domingo, fevereiro 20, 2005

Nas malhas da rede.txt
30-1-2005, 5.05 matina

Vergar o limiar
da criatividade
criteriosa
recriação
do passo
passo para ali
pulo para
aqui
junto à distância
verdades
ou mentiras
muita farinha
em forma de palavras
forma para um bolo
que tem sabor a vazio
e que mordo
por favor
ao sistema
incolor da dor sem dor
por nada
na razão
sem razão
do nada
abstracto, abstracto, abstracto, abstracto, abstracto.
hoje caí no erro de pensar
que se abrisse esta janela do note pad
ia ter alguma coisa para
dizer
aonde
quem
como, porquê, essas merdas, ninguém quer saber disso pois,
é mais que sabido
né, é, refrasear
frases
fraseadas
pelo sistema
as redes e as
malhas
das redes
e parvoíce
quando tudo está certo
menos o estar errado
mesmo que esteja certo
à parte de estar errado
três pontinhos
inhos pequeninhos
a voz quando não existe põe-se a falar
sem falar
blé
nhé
sumo tropical num sem-fim de gelo sem fim
tropical no nome, mais que isso
é lá com as pessoas
que definem o significado dos trópicos e seus derivados
hoje é repetido e fraco-neutro
sem neutrão
no sentido do átomo-eu
e pouco o faz
mas quanto mais o faz
a serra de monsarraz?
o formulaico é hoje
para brincar com os dedos,
a sério
acreditarem ou foderem
se
desligo a
cena
nao desmotivo
já que nao motivo
motivo não houve
a sequência é nula
para lá do conceito
não é preciso dizer mais